Sátira do texto – “Ficar na sua” não é uma boa

E agora , José
O povo cansou,
A paciência esgotou
O sono chegou
A noite esquentou
O verão brotou
E agora José?
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E agora José?
Você que engana
E na madrugada inflama
Recolhe na cana
E pensa que ama
José, para onde?
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Se você não celebrasse
Se você não bebesse
Se você não enlouquecesse
Se você crescesse
Se você se enaltecesse
E sua vida tecesse
O que você seria José?
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Seria um homem
Sem codinome,
Seria a honra
Não a desonra,
Teria o respeito
Porque tudo tem jeito! …
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Se até você tem jeito,
Ora, me dá o direito
De dormir no sossego
“Pro dia amanhecer feliz!”
Alda Alves Barbosa
Minha dor não é a sua
Minha dor não é a sua
Não é a dor suprema
Nem maior, nem menor
Não cabe neste poema
Não dá pena, não dá dó
Às vezes deixa louco, vário
Não tem horário pra doer
Dói nos nervos coronários
Na necessidade, no prazer
Aflige a alma, o corpo
É pior que a dor do parto
Do aborto clandestino
É dor de calo do sapato
Dor de não ser mais menino
Dor do quinto craniano
Crônica e nevrálgica
Insuportável ao humano
De dores hemotrágicas
Pior que as dores físicas
Vai além do sangue frio
Que escarra boca tísica
Daquele poeta sombrio
Não é sua a dor minha
Essa dói em mim somente
É dor de uma andorinha
Sozinha e já descrente
Dor que não se sabe cura
Constante e dilacerante
Findará com a sepultura
Mas hoje dói bastante…
Auro Sérgio
03/01/2012 às 15:27
Pena que poucos pensem e se expressem desse modo, talvez não tenham como se expressar, muito bom mesmo.
17/01/2012 às 01:11
Olá Mauro,
Que bom abrir o pc e encontrar um comentário seu sobre os meus escritos! Obrigada pela delicadeza das palavras e a gentileza de deixar sua opinião expressa aqui. É de comentários que estamos precisando, porque ele leva as pessoas a refletirem o seu modo de pensar com relação ao que foi postado.
Obrigada meu anjo!
BEIJOS
17/01/2012 às 01:51
Parabéns Alda por trazer tantas reflexões sobre a vida, pois a sociedade vive para o dinheiro e o poder e esquecem de buscar a qualidade de vida e nem percebe quem ou o que está em sua volta. Um grande abraço Paulo Melo paulomelounai.blogspot.com
18/02/2012 às 09:26