Final de ano, uma pausa para o reencontro da esperança

Fragmentar o tempo em meses para se tornar ano não seria uma forma de retorno à esperança? Talvez seja um questionamento que tenha uma resposta óbvia, mas vivemos 365 dias entre alternâncias de tudo : um dia estamos no pico de uma montanha, no outro não conseguimos sair do chão próximo às serranias, às vezes escalamos a metade da montanha e lá ficamos até o nascer de uma estrela. Estrela chamada esperança. Não seria o ano novo comemorado quando concluídos os dias que perfazem o ano? Não seria esta uma forma de pausa com o objetivo de renovar a esperança, fazendo planos, mudando os rumos da vida ou vivendo a mesma vida anulando mentalmente  o que não foi bom?  Os 365 dias poderiam ser 366, 367… Mas não haveria pausa para reformular os sonhos… Para você, desejo a beleza infinita das cores do arco-íris, o amor almejado, os sonhos sonhados realizados. Para você em 2011,  quero pedir a harmonia dos abraços amigos. Que você viva sua vida na intensidade do viver no sorriso largo estampado, na alegria de estar aqui no presente… Que sua família não seja só momentos, mas inteira no significado da necessidade de se fazer presente. Que você viva, viva muito, uma vida bem vivida. Queria lhe desejar muito mais que isto, mas tudo que desejasse ainda seria insuficiente para tudo que você  é, então desejo que você deseje tudo que necessita, que estes desejos sejam grandes como você, e que te leve a cada instante à plenitude de sua vida!!!

À todas as pessoas que vivem neste chão.

Paráfrase de Carlos Drummond de Andrade

Alda Alves Barbosa

2 pensamentos sobre “Final de ano, uma pausa para o reencontro da esperança

  1. MINHA PARENTA ALDA, ESCREVO ASSIM: PORQUE LENDO A ÁRVORE GENEAOLOGICA DA MINHA FAMILIA, GONZAGA E PEREIRA DOS SANTOS, NO LIVRO DO PROFESSOR E ESCRITOR, OLIMPIOO GONZAGA QUE NO SEU LIVRO ÁRVORES GENEALOGICA, NO QUAL ELE PESQUISA VARIAS FAMILIAS DO ESTADO DE MINAS, AI LENDO ATENTAMENTE ENCONTREI OS RODRIGUES BARBOSA E ALVES DE SOUSA E FIQUEI SURPRESO EM SABER QUE SUA BISAVÓ, CATARINA RODRIGUES BARBOSA É TIA DO MEU PAÍ JOSÉ GONZAGA. FICO FELIZ EM PERTENCER A MESMA FAMILIA. QUANTO AO QUE VOCÊ ESCREVEU E ESTÁ ESCREVENDO, SO TENHO A DIZER UMA COISA. NUNCA DESANIME E SEMPRE DIVULGA CULTURA, ESSE É UM PRESENTE QUE DEUS TI DEU. UM FELIZ ANO NOVO PRA VOCÊ E TODA SUA FAMILIA. BEIJÃO MINHA PARENTA.

    • Gilvar, fico tão feliz em ver suas opiniões, seu incentivo, obrigada meu querido amigo e parente. Sim somos parentes sim, meu pai já falava muito neste parentesco. Só não estou entendendo o nome da minha bisavó pelo lado paterno, porque meu avô Antonio Rodrigues Barbosa, pai de meu pai, é filho de Camila Pinto Brochado, portanto, ela é avó do meu pai e minha bisavó. Não deve ser minha bisavó paterna, deve haver um parentesco sim, mas não como minha bisavó. Camila Pinto Brochado era casada com Bernardo Rodrigues Barbosa. Você ainda está com este livro? Tenho tantas curiosidades… Passe aqui em casa e vamos folheá-lo juntos? Um Grande abraço e obrigado pela sua generosidade.

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