JOGO DO TEMPO

Em meu corpo a
solidão voa como
um pássaro.
Sou um fio de metal
estendido no fundo
do quintal onde só o
sol e a brisa visitam.
O vento que chega
Impinge o tempo que
não cessa de passar.
É o tempo soprando no
Tempo. Meu ouvido
Cansado tenta captar
O som do mundo.

Alda Alves Barbosa

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