SONETO NOTURNO

As estrelas no céu
Debaixo, nosso chão.
A lua nos cobrindo com brancos véus
Meu corpo nu abandonado em tuas mãos.
***
Mãos morenas, doces, acariciantes
A ela entrego a minha carne num lúdico jogo,
Na boca o beijo insinuante,
No chão a sombra do meu corpo em fogo.
***
Amo sentir teu terno abraço,
Amo a noite, amo o rio, amo-te;
Amo tua nudez, primavera de sonhos e das preces.
***
Feras bramindo no sertão; compasso
Meus seios em chamas clamam por ti,
Dentro de mim rios derramam... E esvanecem.

Alda Alves Barbosa

Um pensamento sobre “SONETO NOTURNO

  1. Minha linda ! Como é bom sentir o prazer da entrega até que os corpos esvanecendo de tanto prazer derramem lávas vulcânicas numa erupção encantadora, tendo como testemunhas as estrelas brilhando no céu. Beijos

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