QUANDO APENAS UM AMA

Nas trevas de uma noite de ausências nos separamos. Espaços alegres se perderam na tristeza da dor, na tortura das lembranças. Joguei no mundo um doído pranto. Você não veio secar minhas lágrimas nem mergulhou na dor. Ausentou-se no meu sofrimento. Você não sofreu! Deus não quis intervir por considerar profano o que eu considerava santo.

Alda Alves Barbosa

2 pensamentos sobre “QUANDO APENAS UM AMA

  1. Sim, tudo é poesia neste nosso sertão: o pau vira pedra// o fim do caminho é o começo do outro// que me leva de volta ao meu aconchego// na mala não só saudades// mas alívio pro meu cansaço…. rsrsrsr
    Um grande abraço

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