Retalhos de Minas…

PARQUES DE MINAS

PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE

ÁREA – 35.970 há
MUNICÍPIOS DE ABRANGÊNCIA – Marliéria, Timóteo e Dionísio
INFRA-ESTRUTURA
Vestiários, restaurante, anfiteatro, centro de informações, estacionamento, camping para 500 pessoas (250 barracas, 2 pessoas por barraca), alojamento para pesquisadores, laboratório, viveiro de mudas e posto de Polícia Ambiental.

As lagoas ocupam mais de 10% da área do Parque

No Parque Estadual do Rio Doce, localizado no sudoeste do Estado, as águas refletem o céu e traçam curvas na paisagem. No longo percurso, o rio forma quarenta lagoas naturais e segue em perfeita harmonia com o verde em volta.

Lagoa Dom Helvécio

A Lagoa Dom Helvécio, também conhecida como a Lagoa do Bispo, é a maior e a única com acesso liberado ao público. Diversão e lazer estão assegurados, já que é permitido nadar e andar de barco em suas águas. O nome é uma homenagem ao Bispo da Arquidiocese de Mariana, que iniciou na década de 30 a luta pelo meio ambiente da região. A importância de seu trabalho foi reconhecida pelo governo do Estado, em 14 de julho de 1944, com a criação do Parque Estadual do Rio Doce, a primeira Unidade de Conservação de Minas Gerais.

No Parque do Rio Doce, a vida é farta. Pesquisadores das mais importantes universidades do Brasil têm realizado estudos no seu sistema lacustre, devido à enorme variedade de peixes, como bagres, carás, lambaris, traíras, piabinhas, cumbucas e manjubas.

Trata-se também da maior área contínua da floresta tropical úmida de Minas Gerais, com um patrimônio natural de primeira grandeza. São 36 mil há de Mata Atlântica com regiões quase intocadas nos limites dos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo. Árvores de madeira-de-lei de grande porte, como o jacarandá-da-Bahia, ameaçado de extinção, o jequitibá, a garapa, o vinhático e a sapucai8a destacam-se entre as espécies que representam a flora do Parque.

E a riqueza da mata permite que ela sirva de abrigo para diversas aves, como beija-flores, chauás, saíras, anumarás e há indícios, ainda não confirmados, da sobrevivência da maior águia brasileira, a Harpia harpyja, que muitos consideram extinta. O parque é habitat natural de capivaras, antas, macacos-pregos, sauás, pacas, cotias e de algumas espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada ou jaguatirica e o mono-carvoeiro ou muriqui, maior macaco das Américas.

Por sua dimensão, riqueza e beleza, o parque Estadual do Rio doce é cenário para muitos adjetivos. E ele bem os merece.

PARQUES DE MINAS – EMPRESA DAS ARTES

 

 

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