Mato Verde – MG

Retalhos

FotoAerea-Mercado

      O povoado de Santo Antônio da Rapadura foi fundado em 1º de janeiro de 1873, por coordenação do bispo da diocese de Diamantina, Dom João Antunes dos Santos (hoje nome de uma rua no bairro São Bento na cidade). O município, com o nome de Mato Verde, foi criado pela lei nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953 e instalado no dia 1º de janeiro de 1954.

       O município é repleto de lugares para se visitar, sendo paisagens urbanas ou naturais, sempre é bom de se ver. Entre eles está uma das principais atrações turísticas, a Cachoeira de Maria Rosa: É a maior queda d’água do rio Viamão. Localiza-se a 12 km de Mato Verde. É uma maravilha natural que foi e é visitado por dezenas de pessoas da região. Ainda é o principal ponto turístico natural de Mato Verde.

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       Há também a Cachoeira do Rio das Gramas, próximo ao distrito de São João do Bonito; o Rio Garipau, que também é uma boa dica em alguns pontos, e há também um sítio a 15 min. de Mato Verde que fica nas margens do Rio Viamão (Sítio do Sidney). Apesar de ser de difícil acesso, o lugar é um verdadeiro paraíso rodeado de montanhas e tem um escorregador no qual os visitantes se divertem. É uma propriedade privada e para a entrada de visitantes é necessária uma autorização do dono do terreno, que não é difícil de ser conseguida. Vale muito a pena conhecer esse paraíso. Além disso tudo, há também outras cachoeiras no rio Viamão (mais próximas à sua nascente), entre elas o famoso Poço do Ouro, que fica a aproximadamente 16 km da cidade, sendo um dos locais de acesso mais difíceis do município. Deve-se estar preparado para uma aventura quando se visita este maravilhoso recanto da natureza, pois para se chegar lá é necessário caminhar aproximadamente 1 km em uma trilha complicada, sempre acompanhado de alguém que saiba andar aos arredores. A recompensa é, uma pequena, mas maravilhosa, queda d’água rodeada de montanhas rochosas. E existem mais quedas d’água se houver pique para escalar grandes pedras. Há também no município um ponto muito frequentado por turistas e pessoas da cidade, que é o “Rio do sr. Heitor”, uma barragem na comunidade de caveira d’anta no rio Garipau. é um local para tomar aquele banho de rio e se deliciar com a paisagem.

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        Enfim, as maiores belezas de Mato Verde estão nas suas cachoeiras.

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Folclore, curiosidades e festas

      Desde o tempo de vila ocorre fatos misteriosos, como a imagem de Santo Antônio que insistia de desaparecer da nova igreja matriz (e atual) e voltar para a capela na primeira fazenda do município. Só anos depois descobriu-se que eram os escravos da fazenda que “roubavam” a imagem e a levava de volta à capela.

       Um dos fundadores de Mato Verde, Quintino Barbosa de Souza, um dos homens mais ricos da época e cheio de ouro e dizia que este foi adquirido quando andava a serviço nos campos, e na cachoeira do rio Viamão onde existe uma piscina natural que até hoje não se sabe sua real profundidade. Quando por ali andava, Quintino deparou com uma sereia que penteava os seus cabelos com um pente de ouro. Notando a presença do forasteiro, ficou assustada e a deixou o pente de ouro para trás que se transformou em de ouro. Ele apanhou rapidamente as barras e hoje o local é conhecido como “Poço D’ouro”. Há também o “causo” de Sinhá Doce, que ouviu um barulho e abriu a janela para averiguar e então viu um animal muito feio e cheio de fogo. Fechou então a janela rapidamente, porém mesmo assim recebeu um coice da criatura e até hoje há o sinal na janela do sobrado paroquial.

         Na década de 30, falava-se que em uma viela, hoje travessa 21 de Abril, uma mula sem cabeça saía à meia-noite na sexta-feira da semana santa. Via-se também um enorme cachorro com olhos de fogo em frente a um antigo cemitério que hoje a cidade cobriu com casas e ruas.

       O Santo Cruzeiro (cruz) foi cravado em um monte próximo (hoje conhecido como Morro do Cruzeiro) no ano de 1901, levado pelo povo desde a porta da matriz até o cume daquele monte em procissão acompanhada por toda a população daquela época. Desde então, toda Sexta-feira da Paixão os devotos sobem o morro em penitência para “pagar” os pecados do ano anterior (e é claro, ficar com a ficha limpa para poder cometer outros pecados no ano seguinte).

        Há ainda uma igrejinha secular no centro da cidade que só abre sua portas por ocasião do Natal. É tradição de seus antepassados que a Igrejinha de Deus-Menino seja aberta apenas neste período para visitação pública e realização de novena em homenagem ao Menino Jesus.

        As festas juninas são festejadas por toda a comunidade, sendo que na véspera do dia de São João, realizam-se quadrilhas, rezas e levantamento de mastros. Esta festa é esperada com muito entusiasmo pois reúnem as famílias e tem uma importância para estas maior que o Natal para as do restante do país.

         A festa do padroeiro Santo Antônio começa em 10 de maio e termina em 13 de junho, dia do santo.

        No ano de 2003, em comemoração aos seus 50 anos de emancipação, foi composto o Hino à Mato Verde.

     Feriados Municipais: 13/06 Dia de Santo Antônio (Festa do Padroeiro); 24/06 Dia de São João; 12/12 Aniversário de emancipação do Município.

Galeria:

Referências:

Wikipédia

 http://www.matoverde.mg.gov.br

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