E…

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Madrugada… Debruço-me no parapeito da janela do meu quarto e fico a observar pequenas luzes distantes a clarear os escuros das moradas humanas.
As madrugadas abrem espaços para a imaginação. Fico tentada a entrar no coração deste mundo enigmático. Entro. Tento desvendar os mistérios que habitam cada pulsação deste universo chamado homem, que vive todo o tempo em processo de construção e desconstrução; fortalezas que desabam ao primeiro contato do vento no fio que liga a vida à morte.
Homem, sinônimo de solidão, de tédio da vida suplicando sonhos nesta deserta ilha sem mar, sem barco, sem remo… À deriva!
E eu morrerei… E todos morrerão.

Alda Alves Barbosa

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