Entre sóis e luas

Ó doce Unaí,
minha terra,
minha poeira,
meu poema!
Luz causticante
do dia; na noite
a beleza inteira
ou beleza metade
da brilhante lua.

Unaí das bocas de fornos,
bolos campineiros, bifes
acebolados, empadinhas
deliciosas, frangos cheios,
do arroz amarelo, da carne
seca, do pão de queijo e
doce de ovos…

Unaí da rua grande, da rua
do meio, da minha enamorada rua,
do beco de Ursulino e de Oscar Rangel.
Unaí dos puxa-facas,
mulheres de vida fácil
vida fácil tão difícil!

Unaí do Rio Preto, Rio Roncador,
das cachoeiras, dos córregos
e ribeirões; terra das grutas
e da Pedra do Canto.

Ó minha doce Unaí
saudade do seu cantar!

Alda Alves Barbosa

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