O nada poético

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As vezes tenho pensamentos
que transformo em ideias poéticas
Escrevo… escrevo… escrevo…
percorro estradas desconhecidas
vivo a angústia da procura e
me encontro inerte:
caneta entre os dedos, olhar
distante, profundo cansaço.
Que quero de mim?
Onde desejo ir?
Tenho tendência para o choro,
para o riso… para encontros
divinos e profanos.
Esta sou eu;
sou eu assim inerte, sou eu
transformando ideias em poesia ao
avesso… o nada poético!

Alda Alves Barbosa

 

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