Na paz da noite

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Na paz da noite cheia de passado, há uma lei que manda no meu sentir. Um quê de saudade nostálgica que insiste que eu retroceda os meus passos… E chego à vida que vivi. Vivi tanto em poucos segundos! Vivi tanto! Tenho a idade da intensidade com que vivi cada tempo. Isso define o porquê do cansaço da vida que vivi!

E por ter vivido tão intensamente, instalou-se em mim um deserto imenso, não de emoção, mas de busca de um fim. Vivi tudo? E se houver mais estradas a percorrer? Meu corpo antigo, cansado de tanta vida, resistirá? E os sonhos não concretizados? São apenas sonhos não concretizados?

Tenho a vaga impressão que estou desejando uma vida infinita; uma ilusão de viver uma juventude sem fim, na paz da noite, cheia de passado!

Alda Alves Barbosa

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