Retalhos de Minas – Uruana de Minas

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O povoado de Uruana se formou às margens do Ribeirão Sussuarana (nome de uma onça vermelha que existia na Região), no distrito de Garapuava, município de Unaí localizado numa região de terras férteis do município, denominada Vale do Urucuia (ou “Vão” do Urucuia – denominação popular), banhada pelos Ribeirões Sussuarana, São Miguel, Jibóia, Pasto dos Bois, dentre outros. O povoado teve sua origem na fazenda Pasto dos Bois de propriedade de Dona Balbina da Fonseca Melo. A aglomeração se deu a partir das casas de propriedade da fazenda, que por serem agrupados propiciaram a formação do povoado. O fundador do povoado foi o Senhor Astor Ferreira de Morais, neto de Dona Balbina, que também era fazendeiro e catireiro de terras. A fundação foi ano de 1962, quando o Senhor Astor, incentivou a construção de uma igreja em homenagem a Nossa Senhora da Conceição e doou um pedaço de terra para a formação do povoado.

Rio São Miguel

Rio São Miguel

Sussuarana, foi o primeiro nome do povoado, por estar o mesmo às margens do Ribeirão Sussuarana.De Sussuarana, passou a chamar-se São José.

Após algum tempo alguns políticos passaram a visitar a região e sugeriram a mudança do nome do Povoado Uruana, que é a fusão das palavras Urucuia (nome do vale onde situa o povoado) com Sussuarana (Ribeirão que banha o Povoado e seu primeiro nome).

Até 1970, o povoado de Uruana, experimentou um crescimento natural, atingindo, aproximadamente, 50 residências. A partir de 1974, houve um crescimento acelerado proporcionando pela desapropriação da Fazenda Boi Preto, situada a 15 km de Uruana. Esta desapropriação foi uma ação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA – com o objetivo de dividir a fazenda em pequenas propriedades para formar ali um Núcleo de Colonização. Tal colonização atraiu grande número de imigrantes em busca de uma pedaço de terra. Como Uruana, era o povoado mais próximo da Fazenda Boi Preto, os imigrantes se instalaram ali aguardando o processo de desapropriação e da distribuição de terras. Equanto isto, ficaram trabalhando nas lavouras, que é a base da economia da região. Foi um período de boas safras com um intenso movimento comercial em Uruana que não sofreu interferência quando aconteceu a distribuição das terras pelo INCRA.

Este crescimento acelerado , a partir de 1980, sofreu uma queda em função da recessão econômica. A alteração no sistema de Crédito Rural levou a uma mudança no sistema de exploração agrícola. Grandes propriedades reduziram o cultivo de milho e feijão, que absorviam muita mão-de­obra, substituindo pela pecuária, exploração esta que absorve pouca mão-de-obra, o que acelerou uma profunda mudança na vida sócio – econômica da Comunidade.

Atrações Turísticas:

Cachoeira Garapa

Cachoeira Garapa

Cachoeira Vereda dos Porcos

Cachoeira Vereda dos Porcos

Cachoeira Sussuarana

Cachoeira Sussuarana

Cachoeira Pastos dos Bois

Cachoeira Pastos dos Bois

Cachoeira Buritizinho

Cachoeira Buritizinho

Cachoeira das Pedras

Cachoeira das Pedras

Cachoeira da ilha

Cachoeira da ilha

Cachoeira da Jiboia

Cachoeira da Jiboia

Fonte: http://uruana.mg.gov.br/

Decoração de natal reciclável

Sustentabilidade

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        É possível deixar a decoração natalina mais sustentável, através do reaproveitamento de materiais que seriam facilmente descartados. Separamos itens que podem ser feitos com materiais usados, assim você ajuda o meio ambiente e ainda economiza. Você pode chamar crianças para participarem, assim eles se divertem enquanto preparam os enfeites.

A desertificação verde estrangeira e a destruição do cerrado brasileiro.

Ecos do Cerrado

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A pretexto de incrementar o progresso e o desenvolvimento econômico de algumas regiões do Brasil, várias frentes de sistemas produtivos, no decorrer das últimas décadas causaram danos irreparáveis aos sistemas biológicos – animal, vegetal – e até mineral. Centenas de milhares de hectares, de florestas, cerrados, caatingas e milhares de rios, riachos, lagoas, lagos foram destruídos. Onde antes corriam rios caudalosos, hoje açoreados, quando não mortos, são testemunhas reais dos desmandos praticados, por uma agropecuária mal planejada. Se é que um dia houve planejamento. E o que falar da agricultura? Esta sim, além de promover uma desertificação sem volta, provocou a poluição dos rios –via agrotóxicos -, condenou a extinção de rios, pela ausência de um programa de micro-bacias. Isto sem contar com a flora e a fauna.

O Brasil então se apresenta ao mundo como uma nação que devasta a natureza, para alimentar bocas estrangeiras. O Brasil se apresenta ao mundo como sendo o país celeiro do mundo. A que custo?

No balanço rasteiro do governo brasileiro, existe hoje algo em torno de 130 milhões de pastagens degradadas. O que representa afirmar que de forma irresponsável, extinguiram em termos de fauna e flora, 130 milhões de hectares. Mas esta degradação/extinção acrescenta ainda sistemas erosivos, que por sua vez promovem a perda de milhares de milhões de toneladas de solo, que inevitavelmente irão parar nos leitos dos rios.

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A monocultura é a responsável pelo surgimento dos primeiros desertos verdes no Brasil. A pretexto de abrir novas frentes de produção, alguns estados como o Mato Grosso, Goiás, Piauí, Maranhão e Pará simplesmente promoveram uma devastação, na qual a produção obtida em termos de grãos e arrobas de gado, jamais irá pagar o dano causado. A natureza foi duramente e cruelmente agredida.

O estado do Paraná, na área considerada como corredor da fome – Arapoti, Castro, Jaguariaíva, parte do município de Ponta Grossa, Tibagi, Piraí do Sul, Ventania, Curiúva, Ibaiti e outros mais, hoje são considerados desertos verdes e bolsões de miséria mais acentuada, do que antes do aparecimento das grandes empresas de reflorestamento. Nestes desertos verdes municipais, onde o Pinus Taeda é a principal espécie cultivada. Nas áreas ocupadas com este tipo de cultura, não se encontram mais, o nhambu, o jacu, a lontra, a jaguatirica, a anta, o tateto, todos foram extintos literalmente nestas áreas destinadas ao reflorestamento.

No momento está em marcha em vários estados brasileiros, uma verdadeira corrida pela a implantação de áreas para o plantio de eucalipto, no cerrado brasileiro, sob o pretexto de se produzir carvão, que será destinado às siderúrgicas, para a produção do ferro gusa. Assim como existe em paralelo uma corrida devastadora do bioma cerrado para este mesmo tipo de plantio/cultura, destinado a produção de celulose.

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Chama à atenção a presença de empresas especializadas em promover a devastação do cerrado, nos estados do centro-oeste e norte do Brasil, para o plantio de eucalipto.

A biodiversidade deixa de existir a cada hectare devastado. A morte biológica de ecossistemas, dá vida à monocultura florestal exótica. O eucalipto sob o pretexto de gerar lucros, na realidade gera miséria. A principio determina o fim da biodiversidade do cerrado, que por sinal é muito frágil. Determina o fim das veredas e dos buritizais, o fim das araras, que fazem seus ninhos nos pés de buritis. Seca de forma radical, não só as veredas, como todos os cursos de água que abastecem sistemas naturais de cursos de água.

Mas qual seria a alternativa, para se evitar a formação de desertos verdes, provocado pelas plantações indiscriminadas de eucaliptos? Acredito que no cerrado, existam variedades de madeira que crescem tão ou até mais rápido que esta espécie exótica. O que falta na realidade são pesquisas orais. Isto mesmo. Pesquisas orais. Garimpar conhecimentos como os moradores mais antigos, de todo o cerrado brasileiro e encontrarão respostas exemplificadas, em mais de 50 espécies de árvores, que se pesquisadas adequadamente irão fornecer, matéria prima, sem penalizar o meio ambiente do cerrado.

Em relação à geração de lucros, de empregos, de movimentação financeira regional, tudo isto, sequer paga um milionésimo do estrago irreparável que uma plantação de eucalipto provoca. Inclusive na diminuição de água subterrânea, que abastece sistemas hídricos fluviais. O cerrado irá sofrer uma modificação do seu ecossistema, de forma considerável. Haverá modificação no sistema de chuvas, de temperatura, da fauna, da flora, da biodiversidade, de costumes, de tradições e porque não dizer, irá provocar a expulsão de famílias centenárias, que habitam estes locais.

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Sob o falso pretexto de trazer o progresso, com a implantação de desertos verdes, gerando impostos, mão de obra, novas formas de bem estar social, empresas internacionais estão adquirindo milhares de hectares, em parceria com empresários nacionais e promovendo a desertificação verde, no cerrado brasileiro.

Interessante esclarecer, que estas desertificações, em sua maioria são realizadas em vales férteis, com excelente capacidade de retenção de água e terras planas. As empresas não se interessam por áreas com declives acima de 20%. As empresas desertificadoras do cerrado brasileiro, sequer fizeram uma Audiência Pública, para discutir a inclusão de pequenos produtores rurais, inclusive os da Agricultura Familiar, para que se analisasse a possibilidade da sua inclusão. Pequenas propriedades, com 20,30 hectares, poderiam explorar não mais que 20% com eucalipto, o que provocaria um aumento de renda, não só do plantio deste tipo de arvore, mas também a exploração da apicultura, da agrosilvicultura, da pecuária de pequeno porte e até de lavouras estacionais. Existem hoje milhares de assentamentos rurais que poderiam ser considerados e aproveitados.

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Mas, fazer o quê? Nada. O poder econômico internacional esmaga com coturnos de aço, e armas potentes, representadas pelos interesses políticos, toda e qualquer ingerência e contestação que não lhes agrade.

Feliz Deserto Verde, novas gerações que irão conviver com o odor de enxofre, das futuras fábricas de celulose.

Autor: Romão Miranda Vidal

Retalhos de Minas – Chapada Gaúcha

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Chapada Gaúcha

História

O município de Chapada Gaúcha, antiga Vila dos Gaúchos, teve seu início de povoamento no ano de 1976, quando chegaram os primeiros moradores oriundos do Rio Grande do Sul, pelo projeto PADSA – Projeto de Assentamento Dirigido à Serra das Araras, que integrava os municípios de Formoso, Arinos, Januária e São Francisco. E o povoado de Vila dos Gaúchos, No ano de 1994, houve plebiscito na Vila dos Gaúchos, para escolha do nome do novo Distrito, os nomes mais votados foram: Novo Horizonte, Chapada Gaúcha e Serra Gaúcha, como já tinham outros Distritos com a denominação Novo Horizonte, automaticamente prevaleceu o segundo: Chapada Gaúcha. Neste mesmo ano, a Câmara Municipal de São Francisco aprovou a Lei nº 1523 de 19 de dezembro de 1994 criando o novo Distrito de Chapada Gaúcha, tendo seu território desmembrado do Distrito remanescente de Serra das Araras. Em 28 de Janeiro de 1995, foi instalado o Distrito de Chapada Gaúcha, na antiga Vila dos Gaúchos; neste mesmo ano, começou o processo de emancipação do novo distrito.

Ocorrendo um fato inédito no Estado de Minas Gerais, pois foi o único povoado que virou Distrito e Município no mesmo ano, criado pela Lei 12.030 de  21 de dezembro de 1995, onde houve a junção dos Distritos de Chapada Gaúcha e Serra das Araras e criando o mais novo município do Grande Sertão Veredas (CHAPADA GAÚCHA) e tendo o Distrito de Serra das Araras como Distrito, em 1996 aconteceu a primeira eleição municipal e em 1º de Janeiro de 1997 instalou-se a primeira administração.

A partir da promulgação da Lei Orgânica, que ocorreu em 07 de novembro de 1997, estabeleceu-se 25 de Julho para se comemorar o aniversário do município, por ser dia do agricultor (colono/trabalhador rural) e dia do motorista, devido ao município ser essencialmente agrícola.

Veredas:  A própria moeda

Chapada Gaúcha

Em quase todo o comércio da pequena Chapada Gaúcha, município de 11 mil habitantes, adesivos informam aos clientes que as compras podem ser pagas com Veredas. A curiosa opção de pagamento, que causa estranhamento aos turistas desavisados, é a nova aposta da comunidade chapadense para alavancar o desenvolvimento econômico local.

Criada pela Agência de Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Chapada Gaúcha (Adisc), em parceria com a Fundação Banco do Brasil e o Instituto Palmas e apoio do SEBRAE-MG, a Vereda é a primeira moeda social implementada em Minas Gerais. Ela foi instituída em julho de 2009 com o propósito de assegurar que o dinheiro de Chapada Gaúcha circule na própria cidade, já que seu uso é restrito aos moradores da localidade.

Chapada Gaúcha

A lógica do projeto é simples. “Sem comércio diversificado e agências bancárias, as pessoas precisavam se deslocar até os municípios vizinhos para buscar dinheiro e realizar suas compras.

Com validade apenas no município, as Veredas são indexadas e rastreadas em reais. Significa que para cada Vereda emitida, um real é depositado no caixa do recém-instalado Banco Comunitário Chapadense, instituição que administra os recursos e funciona como correspondente do Banco do Brasil na cidade.

Dessa forma, o cidadão pode efetuar a troca quando quiser, pois sempre haverá a quantidade equivalente de reais disponível.

Grande Sertão Veredas

Chapada Gaúcha

Parque Nacional fica fica ao lado da cidade de Chapada Gaúcha. O nome do parque, homenagem a Guimarães Rosa, não poderia ser mais justo: um enorme sertão, um verdadeiro “mar de cerrado”, todo entrecortado de veredas.

Este parque de quase 230 mil hectares fica dividido entre Minas e Bahia. Com pouco mais de 20 anos, ainda luta para se estruturar, acertar a questão da posse de terra e oferecer alguma infraestrutura ao turista.

O povo de Chapada Gaúcha, tem o orgulho de ser o município que mais cresce no Estado de Minas Gerais e de ser o maior produtor de sementes de capim do país, de ter o maior Parque Nacional da região do Cerrado (Grande Sertão Veredas), de realizar a maior festa religiosa do interior de Minas (Festa de Santo Antônio de Serra das Araras), de ser sede da maior festa do Grande Sertão (Encontro dos Povos) e de ter na história personagens históricos como: Antônio Dó, Eloi Ferreira da Silva, entre outros.

Galeria:

Fonte: http://www.chapadagaucha.mg.gov.br/

http://mg.agenciasebrae.com.br/”>http://mg.agenciasebrae.com.br

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Turismo sustentável e o ecoturismo

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A beleza e a riqueza dos cenários naturais são atrativos para o turismo em todo canto do mundo. A exuberância das paisagens, o contato com a natureza e as opções de lazer oferecidas por estes locais têm aumentado a popularidade deste tipo de turismo que hoje ganha destaque e já possui diferentes modalidades, com características e objetivos distintos.

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Os conceitos de Ecoturismo e Turismo Sustentável, apesar de algumas vezes serem tratados como sinônimos, apresentam definições e características diferentes. Enquanto o Ecoturismo abrange todas as atividades turísticas que têm como objetivo o contato com ecossistemas em seu estado natural, a vida selvagem e a população nativa dos locais; o Turismo Sustentável, por sua vez, traz consigo uma preocupação em garantir que tais atividades não desencadeiem efeitos negativos ao meio ambiente.

Janela do Lago

Os impactos muitas vezes causados pelo ecoturismo, através das construções e da infraestrutura que invade os espaços naturais para receber os visitantes, fez surgir a necessidade de se conciliar a preservação da natureza com a expansão das atividades turísticas. O turismo sustentável busca equilibrar os interesses econômicos que a atividade estimula e a preservação do ambiente, prevenindo os efeitos negativos ao mesmo tempo em que incentiva a atividade.

No Brasil, apesar da força do ecoturismo, o turismo sustentável ainda é um desafio. A adaptação das práticas já desenvolvidas para um modelo que leve em conta a sustentabilidade tem sido discutida por grupos e organizações, no entanto, ainda são poucos os lugares que seguem a premissa. Em Bonito, no Mato Grosso do Sul, a prática já é uma realidade. Algumas pequenas atitudes, como o monitoramento e controle da quantidade de visitantes aos atrativos naturais têm ajudado a minimizar os impactos da atividade no meio ambiente.

Fonte: http://www.pensamentoverde.com.br

Fotos: Grutas em Unaí – http://leitedelua.blogspot.com.br/

Alda Alves Barbosa lança o livro “Casulo” em Buritis

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Na noite da última terça-feira, 22, a cidade de Buritis recebeu a escritora e poeta unaiense Alda Alves Barbosa, para o lançamento do livro ” Casulo”.

O evento aconteceu na Casa da Cultura de Buritis e à noite contou com várias apresentações culturais como: Apresentação de alunos da Escola Municipal de Música Santa Cecília de Buritis, o poeta Hosana Farias com o texto ” Casulo, metamorfose urucuiana”, apresentação teatral e declamação de poesias.

Lançamento em Buritis

” Hoje eu um simples e catrumano Urucuiano, criado comendo peixe com abobora e farinha, procurei as mais belas e coloridas palavras para saldar esta brilhante escritora, que tão bem retrata o povo do Noroeste Mineiro.” – Asim disse o poeta Hosana Farias.

Esta foi a segunda vez que Alda Alves Barbosa lança um livro em Buritis, o primeiro, foi o livro ” Travessias do tempo ” no ano de 2011.

Dona Domingas,  parteira, benzedeira e ama de leite de Buritis, foi uma das homenageadas da noite mas também transmitiu muita emoção ao público presente.

Lançamento em Buritis

A ida a Buritis, também foi uma o oportunidade de Alda Alves Barbosa se reunir com professores da rede municipal para falar sobre o universo da poesia e sobre o livro ” Casulo “.

A concretização do evento em Buritis foi possível graças ao apoio e empenho dos anfitriões Rita e José Jurandi, do Governo Municipal de Buritis, Secretária de Educação e Diretoria de Cultura.

Lançamento em Buritis

” Obrigada pelo carinho, pelo abraço de todo o povo buritizense que mais uma vez me acolheu com a beleza e simplicidade, característica do povo dos buritis bonitos. ” – Assim disse Alda Alves Barbosa.

O evento contou ainda com a importante presença das representantes da Secretaria de Cultura de Unaí, Andreia e Kênia, e do pároco Padre Régis de Buritis.

Por Lucian Grillo

Galeria: