Besouros

23out2012-dezenas-de-borboletas-monarcas-danaus-plexippus-se-amontoam-no-tronco-de-uma-arvore-do-santuario-chincua-serra-no-mexico-entre-outubro-e-marco-cerca-de-1-bilhao-dos-insetos-s

Os besouros são insetos pertencentes à ordem dos coleópteros. Esta palavra vem de coleus, que significa caixa, e ptera, asas. Há cerca de 300.000 besouros diferentes no mundo.

Besouro Venenoso Nome Científico: Lytta vesicatoriaMedindo de 1 a 2 cm este besouro vive no sul e centro da Europa, Sibéria e América do Norte. Começa a aparecer na Europa durante o verão. A fêmea põe seus ovos próximos a abelhas, pois quando os filhotes nascem, entram no ninho da mesma. Lá dentro sofrem uma transformação, soltam a pele e viram larvas mínimas que passam a se alimentar dos filhotes da abelha.Além de exalar um cheiro muito forte, para que os predadores não se aproximem deles soltam um veneno que queima a pele formando bolhas. Este está entre os mais venenosos besouros que existem. besouro-lytta-vesicatoria
Besouro-tigre Nome científico:Cicindela campestrisTem o comprimento de 2 cm e possui antenas articuladas. A larva se transforma em crisálida após 18 meses tendo o seu desenvolvimento em 14 dias. A larva do besouro-tigre fica alojada esperando por sua presa. Ela se enterra num buraco cavado na areia, bloqueia a entrada com a sua cabeça grande e espera por insetos descuidados. Quando sua presa, cai dentro do buraco, ela afasta a areia dos pés da vítima que acaba escorregando lentamente em direção à sua boca. Este inseto na sua fase adulta é feroz e, como a larva, possui um par de mandíbulas entrecruzadas que tem a forma de foice, voando rapidamente se alimenta de outros insetos. Este inseto só é ativo em clima quente. besouro-cicindela_campestris

Besouro-do-esterco ou escaravelho Nome científico : Scarabeus sacer

Mede cerca de 4 centímetros têm três pares de pernas. Seu vôo é pesado e barulhento. Existem espécies de escaravelho ou besouro-do-esterco em praticamente todos os lugares. Tem como característica rolar uma bola de excremento de animais, principalmente de cavalos, que pode ter até 4 cm de diâmetro. Ao terminar de preparar a bola, enterram-na em um buraco para que possam se alimentar. Esta bola é tão preciosa para eles que brigam pra valer por ela.Existem mais de 20 mil espécies de escaravelhos no mundo.Para a reprodução o macho e fêmea se juntam para fazer uma bola em forma de pêra. Nesta bola, a fêmea coloca os ovos para que as larvas ao nascer encontrem alimento para elas. -besouro-Scarabaeus

Besouro Bombardeiro Nome científico:Brachynus crepitansVivendo na superfície da terra este besouro passa a maior parte do tempo se escondendo entre raízes de árvores ou debaixo de pedras, ficando muitas das vezes vários deles debaixo de uma única pedra. Mede mais ou menos 1 cm e vive no sul e centro da Europa, norte da África e Sibéria. Sendo um animal carnívoro, gostam de comer insetos de corpo mole como as lagartas e caracóis, sendo muito veloz para alcançar sua presa.O nome de bombardeiro se dá ao fato de que quando se sente ameaçado bombardeia, em qualquer direção em que se encontre seu predador, com o jato de um líquido que sai do seu abdome. Este líquido sai e provoca uma espécie de fumaça azulada produzindo um barulho alto assustando deste modo seu inimigo. Esse líquido expelido sai fervendo e com um cheiro bastante forte e desagradável, podendo provocar queimaduras em outros insetos. Na pele humana só causa uma leve ardência. besouro-brachynus-crepitans
Besouro Gigante Nome científico: Titanus gigantus

Não só é o maior besouro como também é o maior inseto do mundo. Além ser o maior inseto em peso, também é o maior invertebrado voador. Vive na Floresta Amazônica, se alimenta de material orgânico em decomposição na floresta. Pode chegar até a 22 centímetros de comprimento, é maior do que a mão de um homem adulto, e pesar cerca de 70 gramas.

 besouro-titanus-gigantus

Besouro Violino Nome científico: Mormolyce phyllodesSendo considerado entre os maiores besouros do mundo, mede até 10 cm, vive na Ásia se alimenta de animais como lagartas, caracóis e etc. Na fase de larva ele rasteja lentamente pelo solo, mas, quando adulto, sobe nas árvores para viver em frestas de suas cascas. Ao anoitecer oeste animal sai do seu esconderijo a caça de presas. Muito ágil e quase transparente é difícil enxergá-lo na escuridão. Infelizmente é mais um animal ameaçado de extinção devido a destruição de florestas.besouro-mormolyce_phyllodes
Besouro Leopardo Nome científico: Penthea pardalisEste besouro que mede até 2,5 cm o corpo e 5,5 se incluir as antenas, vive nas florestas de eucalipto do nordeste da Austrália. São chamados também de serra-paus. Sua coloração é bem viva com o corpo cheio de manchas que o ajudam a se camuflar na floresta. Seu corpo é comprido e achatado. O que mais se sobressai neste animal são as suas longas antenas divididas em vários segmentos e bastante sensíveis. Este besouro costuma viver sozinho, mas, em época de acasalamento sai a procura de uma parceira seguindo pelo cheiro da fêmea (feromônio) e nesta hora suas longas antenas entram em ação.besouro-penthea-pardalis
Besouro de Chifre Nome científico: Lucanus cervusEstes animais vivem debaixo de troncos velhos ou sob cascas de árvores. Medem de 5 a 10 cm, vivem nas florestas de carvalho da Europa. Alimentam-se na fase de larvas de madeira podre e na fase adulta de brotos, flores e seiva. Nascem de ovos podendo escavar um buraco de até 75 cm para dentro da terra para colocar os ovos nas raízes do carvalho. Chegando a ter até 10 cm suas larvas tem a aparência de vermes gordinhos. Suas mandíbulas são extremamente fortes que mastigam a madeira facilmente. Com o tempo as larvas criam uma casca dura e dentro dela se transformam lentamente em besouro, este processo pode levar de 3 a 5 anos. Os machos são maiores de que as fêmeas, sua coloração é de um marrom quase preta, dificultando enxergá-lo durante a noite.besouro-lucanus-cervus
Besouro Castanho Nome científico: Tribolium castaneum

São besouros de coloração marrom avermelhada, achatados. Medem de 2,3 a 4,4 mm de comprimento. Os adultos são bons voadores e chegam a viver até 4 anos. Seus ovos São colocados em sacarias, fendas ou alimentos, minúsculos, claros e recobertos por uma substância viscosa. As fêmeas depositam de 400 a 500 ovos. Estes insetos, muitas vezes, são responsáveis pela perda total em armazéns de todo o mundo. O besouro-castanho ataca todos os tipos de cereais moídos, como farelo, rações, farinhas, fubá e grãos quebrados, além de raízes de gengibre, frutos secos, chocolate, nozes, grãos de leguminosas. São predominantes em ambientes quentes e úmidos. O inseto pode apresentar 3 a 4 gerações em um ano.

besouro-TriboliumCastaneum

http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/besouros.htm

Esperança

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Características:produzem som, e são ouvidas geralmente à noite. O som produzido pelas esperanças difere da dos grilos, pois parece um som estridente e não musical. Já o canto dos grilos é musical. Possuem antenas longas e as fêmeas possuem o ovipositor longo e semelhante a uma espada. Saltador de longas distâncias. Antenas mais longas que o corpo. Coloração, normalmente, verde. Possuem um par de asas inferiores fortes e que lhe permitem voar por quilômetros. Aparelho bucal mastigador, asas anteriores em tegmina e patas posteriores saltatórias.

Habitat: zonas rurais e urbanas, em áreas abertas ou em matas.
Ocorrência: em todo o Brasil
Hábitos:noturnos. Imitam folhas secas. A simulação chega a um grau de perfeição que as “folhas” contêm lesões e recortes nas bordas, como uma folha de verdade que foi roída ou atacada por fungos. Em certas esperanças, a imitação de folha é apenas a primeira defesa. Quando descobertas, elas abrem as asas e assustam o predador com um clarão de cores.
Alimentação: fitófagos (mastigadores), diversas espécies de plantas. Durante todo o verão, as esperanças comem e crescem.
Reprodução:a vida adulta da esperança só dura um verão. Quando chega o inverno, ela morre por causa do frio. Mas no fim do outono, antes de morrer, a fêmea põe ovos na terra, e estes conseguem sobreviver no frio do inverno. Na primavera, os filhotes da esperança, ou ninfas, emergem dos ovos.
Predadores naturais: pássaros, aves, primatas, lagartos, anfíbios.
Ameaças: destruição do habitat e agrotóxicos.

Consulta:http://www.vivaterra.org.br/insetos – imagens: Google

Galeria:

Baratas

Baratas

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Classificação científica:

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Subclasse: Pterygota
Infraclasse: Neoptera
Ordem: Blattaria

Informações e características:

– A barata é um inseto muito presente no meio urbano (cidades).

– O habitat deste inseto (locais quentes e úmidos) são as redes de esgoto, terrenos abandonados, locais com lixo e sujeira. Entram nas residências em busca de alimentos (restos de comida). Nas florestas, habitam embaixo de pedras e dentro de cascas de árvores.

– Possuem hábitos noturnos, período em que buscam alimentos e parceiros para reprodução. Costumam ficar escondidas durante o dia, momento em que descansam.

– As baratas se reproduzem de forma sexuada, sendo que a fêmea produz ovos.

– Muitas espécies possuem hábitos solitários, ou seja, não se organizam em sociedades.

– Existem aproximadamente 4 mil espécies de baratas. De acordo com a espécie, o tamanho pode variar de 5 milímetros a 10 centímetros. As fêmeas possuem um corpo maior do que os machos.

– Pesquisas arqueológicas indicam que esta espécie de inseto habita nosso planeta há, aproximadamente, 380 milhões de anos.

– O corpo da barata é oval, achatado e de cor escura (geralmente marrom). A maioria das espécies possuem seis pernas, um par de asas e duas antenas.

– Estes insetos são hospedeiros de várias bactérias, fungos, vermes, vírus e protozoários, podendo transmitir doenças aos seres humanos. O contato com as fezes de barata pode ocasionar reações alérgicas em algumas pessoas.

– As principais espécies de baratas são: Supella longipalpa (barata de faixa marrom), Blatta orientalis (barata oriental), Blatella germânica (barata alemã), Periplaneta americana (barata americana). Todas elas são consideradas pragas urbanas.


Casca dura
Para proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer.

Creme
A massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer.

Filhotes
A maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos.

Antenada
Dotadas de pequenos pelinhos ultrassensíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades.

Fôlego
A barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio.

Radar
Esses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade.

Também vão pegar você
Poucos bichos são tão liberais quanto as baratas quando se trata de alimentação. Elas comem praticamente tudo. E isso inclui coisas bizarras como cola, fezes, papel, couro, outras baratas e cerveja azeda quente, que é seu alimento preferido. (A única coisa que odeiam é pepino – sabe-se lá por quê.) E elas também curtem comer seres humanos – vivos ou mortos. Sim, elas “mordem”gente viva (que está dormindo) – sempre nas extremidades: dedão e sola dos pés, unhas e palmas das mãos. Também há relatos de baratas que comem cílios. Elas não têm dentes, mas usam sua forte mandíbula para raspar as superfícies até deixar buracos doloridos. Também podem se alimentar de restos de comida, especialmente de leite seco na boca de bebês que estão dormindo. As crianças são mais suscetíveis por terem o sono mais pesado, mas adultos também não escapam. Se você é do tipo que curte tomar cerveja e comer salgadinho no sofá e acaba dormindo por lá mesmo, chegou a hora de repensar sua vida.

Boatos sobre baratas

Elas resistem a ataques nucleares
Mentira. O mito provavelmente surgiu na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas de Hiroshima e Nagasaki. É verdade que, comparadas com não-insetos, elas são resistentes: por terem poucas células que se dividem lentamente, conseguem consertar alguns problemas causados pela radiação. Mas outros seres vivos são muito mais resistentes, como certas algas, musgos e bactérias. E até alguns insetos são mais fortes: enquanto a barata americana aguenta até 20 mil rads (unidade de radiação absorvida), o caruncho de madeira aguenta 48 mil, e a mosca-das-frutas, 64 mil. Uma bomba como a de Hiroshima tem 34 mil rads. Ou seja, elas não sobreviveriam.

Elas sobrevivem sem cabeça
Verdade. Baratas são sobreviventes. Além de conseguir ficar até um mês sem comer nada e semanas sem ingerir água, o inseto ainda é capaz de sobreviver por até outro mês sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen (incluindo as que permitem a respiração) e, caso percam a cabeça (no sentido literal), um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como o seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras a fim de se proteger. Mas, como todos, inevitavelmente um dia acaba morrendo.

Elas estão no chocolate
Verdade. Segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (Um pedaço de 100 gramas de chocolate tinha, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau. E mais: pessoas que têm alergia ao chocolate podem, na verdade, ser alérgicas aos pedacinhos de baratas que ficam no doce. O inseto pode causar reações alérgicas em algumas pessoas, como coceira e cãibras, e cortar o chocolate da dieta é justamente um dos tratamentos recomendados a pessoas alérgicas.

Sexo explícito
Uma loucura. Observe aqui, de perto, o que só acontece atrás das paredes: o ritual de acasalamento da barata americana, a “voadora”.

1. Essa espécie pode produzir até 800 descendentes nos seus 4 anos de vida. A germânica, que vive 1 ano, gera até 20 mil

2. Veja a atitude sensual da fêmea: ela abaixa o abdômen, levanta as asas e libera feromônios. Se o macho topar, ela sobe nele.

3. Enquanto escala o macho, ela vai lambendo suas costas. Assim, ingere uma substância especial, produzida na corte.

4. O macho não perde tempo: vai tentar introduzir a genitália na fêmea por baixo, para iniciar a cópula.

5. Ligado pelas genitália, o macho se vira e assume posição oposta à parceira. É nesse momento que ela é fecundada.

Fontes Lucy Figueiredo, bióloga especialista em baratas da Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas – ABCVP, Marcos Roberto Potenza, pesquisador do Instituto Biológico de São Paulo, The Cockroach Papers: a Compendium of History and Lor, de Richard Schweid.

http://www.todabiologia.com

Galeria:

Fotos: Google

Vida dos Insetos – Joaninha

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Classe: Insetos

Ordem: Coleópteros
Família: Coccinelídeos
Gênero e espécie: Coccinela septem-punctata

As joaninhas põem os ovos sob as folhas das plantas que os pulgões estejam comendo.

Quando as larvas da joaninha saem do ovo, encontram uma refeição pronta.
As joaninhas são insetos pequenos e coloridos, muito admirados por sua beleza e, em muitas culturas, símbolos de boa sorte e fartura.

Joaninha é o nome popular dos insetos coleópteros da família Coccinellidae.

Os cocinelídeos possuem corpo arredondado, cabeça pequena, patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça dura geralmente de cores vivas.

Podem medir de 1 até 10 milímetros, e viver até 180 dias.

Embora seu colorido se destaque no verde das folhas, não são muito apreciadas pelos pássaros, pois exalam um cheiro ruim.

As joaninhas (no Brasil) são conhecidas como ladybug (senhora-besouro) em inglês, Marienkäfer (besouro de Maria) em alemão, e Mariquita em espanhol.
As joaninhas são predadoras de pulgões, alimentando-se tanto da forma adulta quanto da larva.

Uma única joaninha pode comer mais de 200 pulgões por dia.

Por esse motivo, as joaninhas são freqüentemente utilizadas para realizar o controle biológde cultivo agrícola.

Alguns agricultores chegam a comprar centenas de joaninhas para por na plantação para que, ao se alimentarem dos pulgões, livrem as plantas desse parasita.
Mas isso, na verdade, acaba causando outro desequilíbrio ecológico – excesso de joaninhas em uma área.
As vezes as joaninhas tem que disputar os pulgões com as formigas, pois algumas espécies de formigas criam pulgões (como se fossem mini-vaquinhas) para ordenhá-los, e as formigas protegem os pulgões das joaninhas (do mesmo modo que um pastor protege suas ovelhas de um lobo).
Como todos os coleópteros, as joaninhas passam por uma metamorfose completa durante seu desenvolvimento.
Seus ovos eclodem em 1 semana e o estágio larval é de 3 semanas, nesta fase a joaninha já come pulgões.

As larvas tem corpo achatado e longo, com espinhos e faixas coloridas. Possui duas antenas que servem para sentir o cheiro e o gosto.

Há cerca de 4500 espécies de joaninhas, diferentes entre si nos padrões de cores e pintas da carapaça.

As joaninhas são um dos maiores predadores no mundo dos insetos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta, pulgões, piolhos da folha e outros tipos de insetos, a maioria deles nocivos para as plantas.

Uma vez que a maioria das suas presas causa estragos às colheitas e plantações, a gente aprende desde cedo a gostar das joaninhas (além de serem bonitinhas).
As antenas são utilizadas na procura de alimentos, para localização espacial, e procura por parceiros reprodutivos.

Para manter as antenas limpas, as joaninhas as esfregam com o primeiro par de patas, e, desta forma, removem resíduos que podem interferir em sua sensibilidade.

As joaninhas se alimentam de pequenos insetos (principalmente pulgões), ácaros, pólen e néctar.

Apenas duas espécies se alimentam de tecidos vegetais.

Mas elas também servem de comida para insetos maiores, algumas espécies de pássaros e anfíbios.
Para se proteger, uma forma é a sua cor – insetos coloridos geralmente são venenosos e tem gosto ruim.

Outra forma de defesa é fingir-se de morta e assim “perder a graça” para seu predador.
Para se proteger, uma forma é a sua cor – insetos coloridos geralmente são venenosos e tem gosto ruim.

Outra forma de defesa é fingir-se de morta para seu predador.
m cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 10 a mais de 1.000 ovos.
Antes da postura, a joaninha procura um local adequado, geralmente folhas ou caules de plantas, e próximos aos locais onde vivem os pulgões.

Do nascimento até atingir a forma adulta, as joaninhas sofrem metamorfose completa, ou seja, passam pelos estágios de larva e pupa. Por isso, seu desenvolvimento é classificado como holometábolo
Embora só seja capazes de vôos curtos, as joaninhas que vivem em lugares frios chegam a migrar quilômetros para hibernarem em grupos de centenas de joaninhas.
Algumas espécies de vespas-parasitas colocam seus ovos dentro das joaninhas. A vespa se desenvolve por uns 20 dias dentro da joaninha e quando sai constroi um casulo sob as pernas da joaninha, que parcialmente paralisada, não pode sair dali, apenas podendo mover-se o suficiente para espantar os predadores (com pequenos espasmos).

Enquanto está paralisada a joaninha tem que ser alimentada pela vespa que colocou nela o ovo, pois a joaninha morta, não serviria como guarda-costas do casulo.

Por incrível que pareça, algumas joaninhas sobrevivem à infestação da vespa parasita.
Como todo besouro, a joaninha também conserva suas asas cobertas por élitros (asa dura, ou casca).

Embora seja um tipo de proteção, também atrapalha no voo, criando resistência ao ar.
Como todo besouro, a joaninha também conserva suas asas cobertas por élitros (asa dura, ou casca).
Como todo besouro, a joaninha também conserva suas asas cobertas por élitros (asa dura, ou casca).

Embora seja um tipo de proteção, também atrapalha no voo, criando resistência ao ar.

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                                                                      23out2012-dezenas-de-borboletas-monarcas-danaus-plexippus-se-amontoam-no-tronco-de-uma-arvore-do-santuario-chincua-serra-no-mexico-entre-outubro-e-marco-cerca-de-1-bilhao-dos-insetos-s

                                                          Louva-a-deus

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Características – Cabeça triangular, se movimenta facilmente, com antenas curtas e delgadas. Coloração verde ou castanho. Fêmea mede em torno de 5 cm de comprimento. Ele tem olhos muito desenvolvidos e por isso, enxerga muito bem, o que ajuda quando precisa caçar para se alimentar. Suas patas dianteiras são usadas para caçar. O louvadeus fica parado nas plantas esperando. Quando um outro inseto chega perto, ele rapidamente pega este mosquito ou borboleta com suas patas. Tem este nome justamente porque enquanto espera outro inseto fica com as patas paradas como se estivesse rezando. As patas traseiras (pernas) são muito fortes e usadas para andar, pular e ajudar quando vão voar. Nas plantações, ajuda a combater os insetos que destroem as plantas.
Habitat – Matas e áreas de muita vegetação

Ocorrência
 Em todo o Brasil
Hábitos – Conseguem se confundir com as plantas por causa de sua cor e por ficarem imóveis por longos períodos de tempo. Isso é importante para que não sejam comidos por outros animais, como pássaros e morcegos.
Alimentação –  Carnívoro, se alimentando de outros insetos como mosquitos. 
Predadores naturais  – A
ves, pássaros, primatas
Ameaças  – Destruição do habitat.

Galeria:

 

Vida dos Insetos – As abelhas

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AS ABELHAS

As abelhas são insetos sociais que vivem em colônias. Elas são conhecidas há mais de 40.000 anos e as que mais se prestam para a polinização, ajudando enormemente a agricultura, produção de mel, geleia real, cera, própolis e pólen, são as abelhas pertencentes ao gênero Apis.

Inseto laborioso, disciplinado, a abelha convive num sistema de extraordinária organização: em cada colmeia existem cerca de 80.000 abelhas e cada colônia é constituída por uma única rainha, dezenas de zangões e milhares de operárias.

ABELHA RAINHA

A rainha é personagem central e mais importante da colmeia. Afinal, é dela que depende a harmonia dos trabalhos da colmeia, bem como a reprodução da espécie.

A rainha é quase duas vezes maior do que as operárias e sua única função do ponto de vista biológico, é a postura de ovos, já ela é a única abelha feminina com capacidade de reprodução

A rainha consegue manter este estado de harmonia segregando uma substancia especial, denominada ferormônio, a partir de suas glândulas mandibulares, que é distribuída a todas as abelhas da colmeia. Esta substância, além de informar a colônia da presença e atividade da rainha na colmeia, impede o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos das operárias, impossibilitando-as, assim de se reproduzirem. É por esta razão que uma colônia tem sempre uma única rainha. Caso apareça outra rainha na colmeia ambas lutarão até que uma delas morra.

A rainha nasce de um ovo fecundado, e é criada numa célula especial, diferente dos alvéolos hexagonais que formam os favos. Ela é criada numa cápsula denominada realeira, na qual é alimentada pelas operárias com a geléia real, produto riquíssimo em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. A geleia real é o único e exclusivo alimento da abelha rainha, durante toda sua vida.

A abelha rainha leva de 15 a 16 dias para nascer e, a partir de então, é acompanhada por um verdadeiro séquito de operárias, encarregadas de garantir sua alimentação e seu bem-estar. Após o quinto dia de vida, a rainha começa a fazer vôos de reconhecimento em torno da colmeia. E a partir do nono dia, ela já esta preparada para realizar o seu voo nupcial, quando, então, será fecundada pelos zangões. A rainha escolhe dias quentes e ensolarados, sem ventos fortes, para realizar voo nupcial.

Para atrair os zangões de todas as colmeias próximas, a rainha libera em pleno voo, um ferormônio sexual que é captado pelos machos a quilômetros de distância, e como voa em alta velocidade e grandes altitudes, a maioria dos zangões não consegue acompanha-la. Assim, ela faz uma seleção natural, pois somente os machos mais fortes e rápidos conseguem segui-la.

Quando finalmente os zangões conseguem alcança-la, há o momento da cópula nupcial, onde a rainha prende o testículo do zangão, que morre gloriosamente após fecunda-la… E aí esta o grande segredo da rainha, pois ela recebe milhões de espermatozoides do zangão que ficarão em um reservatório de sêmen de seu organismo, chamado espermateca. Nesta fase a rainha fica na condição de hermafrodita (fêmea e macho ao mesmo tempo) fecundada para o resto de sua vida. Ela poderá, excepcionalmente, nesta época de fecundação, realizar outros vôos nupciais, caso a sua espermateca não esteja completamente lotada.

O Voo nupcial que a rainha faz é o único em sua vida. Ela jamais sairá novamente da colmeia, a não ser para acompanhar uma enxameação, isto é, parte de um enxame que abandona uma colmeia, para formar uma nova colônia.

Ao retornar à colmeia, a rainha passa a ser tratada com atenção especial por parte das operárias, que a alimentam com geleia real, limpam seus excrementos, cuidam de sua higiene. Assim, ela sua única preocupação e a postura de ovos, para nascerem mais abelhas. Em condições favoráveis de clima e alimento (Florada), uma rainha pode botar cerca de três mil ovos por dia.

Caso a rainha morra ou seja removida da colmeia, toda a colônia imediatamente perceberá sua ausência, justamente pela interrupção da produção do ferormônio que induz as abelhas ao trabalho e que informa da presença da rainha na colmeia.

ABELHA ZANGÃO

Se a rainha tem como única obrigação à postura de ovos, a única função dos zangões é a fecundação das rainhas virgens. O zangão é o único macho da colmeia, não possui ferrão e, nasce dos ovos fecundados depositados pela rainha num alvéolo maior que os das abelhas operárias.

Por não possuir órgãos de trabalho, o zangão não faz outra coisa a não ser voar à procura de uma rainha virgem para fecunda-la.

Os zangões nascem 24 dias após a postura do ovo e atingem a maturidade sexual azo 12 dias de vida. Vivem de 80 a 90 dias e dependem única e exclusivamente das abelhas operárias para sobreviver: são alimentados por elas, e por elas são expulsos da colmeia nos períodos de falta de alimento – normalmente no outono e no inverno – morrendo de fome ou frio.

Quase duas vezes maiores do que as operárias, a presença de zangões numa colmeia é sinal de que há alimento em abundância, ou se muito MEL.

Apesar de não possuir órgãos de ataque, defesa ou de trabalho, o zangão é dotado de aparelhos sensitivos excepcionais: podem identificar, pelo olfato ou pela visão, rainhas virgens a dez quilômetros de distância.

Os zangões costumam agrupar-se em determinados locais próximos às colmeias, onde ficam à espera de rainha virgens. Quando descobrem a “princesa”, partem todos em perseguição à rainha, para copular em pleno voo, o que acontece sempre acima dos 11 metros de altura. No vôo nupcial, uma média de oito a dez zangões conseguem realizar a cópula, ou seja os mais fortes e Vigorosos. Eles pagam um preço muito alto pela proeza: após a cópula, seu órgão genital é rompido, ficando preso à câmara do ferrão da rainha. Logo após, o zangão morre.

ABELHA OPERÁRIA

A abelha operária é uma verdadeira “carregadora de piano”. Afinal ela é responsável por todo trabalho realizado no interior da colmeia, exceção feita à postura de ovos, atividade exclusiva da rainha. As abelhas operárias encarregam-se da higiene da colmeia, garantem o alimento e a água de que a colônia necessita, coletando pólen e néctar, produzem a cera com a qual constroem os favos, alimentam a rainha, os zangões e as larvas por nascer e cuidam da defesa da família. Além destas atividades, as operárias ainda mantêm uma temperatura estável, entre 33 º e 36º C, no interior da colmeia, produzem e estocam o MEL que assegura a alimentação da colônia, aquecem as larvas (crias) com o próprio corpo em dias frios e elaboram a PRÓPOLIS, substância processada a partir de resinas vegetais, utilizadas para desinfetar favos, paredes , vedar frestas e fixar peças, na colmeia.

As abelhas operárias nascem 21 dias após a postura do ovo e podem viver até seis meses, em situações excepcionais de pouca atividade. O seu ciclo de vida normal não ultrapassa os 60 dias.

Mas apesar de curta, a vida das operárias é das mais intensas. E esta atividade já começa momentos após seu nascimento, quando ela executa o trabalho de faxina, limpando, alvéolos, assoalho e paredes da colmeia. Daí a denominação de faxineira. A partir do quarto dia de vida, a operária começa a trabalhar na “cozinha” da colmeia com o desenvolvimento de suas glândulas hipofaríngeas, ela passa a alimentar as larvas da colmeia e sua RAINHA. Chamadas neste período de sua vida, que vai do 4º ao 14º dia, de nutrizes, essas abelhas ingerem pólen, mel e água, misturando estes ingredientes em seu estômago. Em seguida, esta mistura que passou por uma série de transformações químicas, é regurgitada nos alvéolos em que existam larvas. Esta mistura servirá de alimento às abelhas por nascer.E, com o desenvolvimento das glândulas hipofaríngeas, produtoras de geleia real, as operárias passam a alimentar também a RAINHA, que se alimenta exclusivamente desta substância.

De nutrizes, as operárias são promovidas a engenheiras, a partir do desenvolvimento de suas glândulas cerígenas, o que acontece por volta do seu nono dia de vida. Com a cera produzida por estas glândulas, as abelhas engenheiras constroem os favos e paredes da colmeia e operculam, isto é, fecham as células que contêm MEL maduro ou larvas. Além deste trabalho, estas abelhas passam a produzir Mel, transformando o néctar das flores que é trazido por suas companheiras. Até esta fase, as operárias não voam, e ficam somente na colmeia.

A partir do 21º dia de vida, as operárias passam por nova transformação: elas abandonam os trabalhos internos na colmeia e se dedicam à coleta de água, néctar, pólen e própolis, e à defesa da colônia. Nesta fase, que é a última de sua existência, as operárias são conhecidas como campeiras.

GALERIA

Referências:

 http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/abelha.htm

http://www.angelfire.com/wy/shangrila/vida.html

Vida dos Insetos – Vaga-lumes

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     O Vaga-lume, também conhecido como pirilampo, é um inseto muito conhecido pela produção e emissão de luz.

     A luz dos vaga-lumes ocorre em função da presença da luciferina, que são pigmentos responsáveis pela bioluminescência (emissão de luz por alguns animais).

     A parte iluminada, geralmente na cor verde florescente, dos vaga-lumes fica na parte inferior da região abdominal.

     Estes insetos possuem, de acordo com a espécie, de 1 a 3 centímetros em média de comprimento.

     Possuem uma coloração que vai do amarelo claro ao marrom escuto. Algumas espécies possuem faixas pretas no corpo.

    Os vaga-lumes da espécie dos elaterídeos emitem faixos de luz de aproximadamente um metro de diâmetro. Voam acima das copas das árvores. O acasalamento ocorre na fase do verão, período que ficam mais ativos. Os vaga-lumes adultos vivem somente no verão.

     Os vaga-lumes alimentam-se, principalmente, de lesmas e caramujos.

     Os vaga-lumes podem viver de 1 a 3 anos.

     As fêmeas dos vaga-lumes botam os ovos em árvores apodrecidas.

   Embora encontrados algumas vezes nas cidades, o habitat dos vaga-lumes são as matas e florestas úmidas, campos e cerrados. Gostam também de brejos e regiões alagadas.

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Como é produzida a luz do vaga-lume?

     A luz é produzida pelo organismo do inseto com uma reação bioquímica que libera muita energia.

     O processo chamado de “oxidação biológica”, permite que a energia química seja convertida em energia luminosa sem a produção de calor, por isso é chamada de luz fria.

As luzes têm diferentes cores, pois variam de espécie para espécie e nos insetos adultos facilitam a atração sexual. Os lampejos equivalem ao início do namoro: são códigos para atrair o sexo oposto.

Mas a luminescência também pode ser usada como instrumento de defesa ou para atrair a caça.

Ameaça aos vaga-lumes

Um problema que ameaça os vaga-lumes é a iluminação artificial, que por ser mais forte, anula a bioluminescência, podendo interferir diretamente no processo de reprodução da espécie que podem sofrer perigo de extinção.

Galeria:

Referências:

http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/vaga-lume.htm

http://educar.sc.usp.br/licenciatura/98/keila.html